Publicações



"Fazendo a Diferença"

 


http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/jornal-do-almoco/videos/t/joinville/v/professor-de-bale-e-destaque-no-quadro-fazendo-a-diferenca/2989711/

 

 Gostaria de agradecer ao Jornal do Almoço (RBS|SC) e a Repórter Rejane Gambin pelo quadro "Fazendo a Diferença" realizado comigo e mostrado nesse sábado dia 30. Parabéns pelo quadro, pela ideia e pelo profissionalismo de todos! 

Muito obrigado!

 

 

"Caras de Joinville"

"Dedicado a formar talentos"

 
Muitas crianças de Joinville aprenderam a dançar balé com Marcos Sage


Os pés de um bailarino parecem perfeitos ao olhos de quem observa um espetáculo. Mas foi justamente um probleminha no pé de Marcos Sage, mais especificamente no esquerdo, que fez com que ele embarcasse no mundo da dança. A história aconteceu nos tempos de garoto, quando Marcos se aventurava pelos campos futebolísticos. Após uma fratura sofrida em uma partida de futebol, Marcos ficou impossibilitado de continuar jogando. Mesmo curado, ele nunca mais retornou ao esporte e resolveu se exercitar de outra forma. O novo passatempo foi descoberto na Sociedade Ginástica de Joinville, aonde Marcos costumava ir para dançar. “Lembro perfeitamente quando uma mulher parou e me perguntou: ‘Onde você dança?’ Eu fiquei surpreso quando me elogiou e me convidou para entrar na academia de dança de que participava”. Foi aí que Marcos deu os primeiros passos, literalmente, no jazz, com 16 anos. Na época, ser menino era um facilitador para ingressar nas aulas. “A procura era ainda mais baixa do que nos dias de hoje”. Quando um menino se apresentava para dançar, tinha bastante espaço, já que seria um dos únicos”, explica. A dança era um hobby. Marcos conciliava as horas na academia com as horas na empresa onde trabalhava. Mas o preconceito que enfrentou por parte dos colegas abriu as portas – e a cabeça – para que ele se dedicasse somente ao que gostava: “Eu não sabia que tinha preconceito com isso, foi uma novidade (ruim). A partir daí, decidi sair da empresa e seguir só na dança”. Não parou mais. Depois de mudar para o balé, o bailarino viajou para vários lugares se especializando e se apaixonando pela nova profissão. Foram vários anos no palco até que, em 1991, voltou às salas de aula da Casa da Cultura, mas, desta vez, como professor. Até hoje, é na Escola Municipal de Ballet que Marcos ensina o que aprendeu aos futuros bailarinos. Foi também no balé que conheceu a mulher, que foi sua aluna. Em todo esse tempo, muita gente já passou por suas aulas e ele lembra com orgulho dos antigos alunos, como o joinvilense Rodrigo Hermesmeyer, que hoje dança na Companhia Tulsa Ballet, nos Estados Unidos. “Havia um respeito e uma disciplina muito grande em sala de aula”, relembra com ar de nostalgia e sem revelar a idade. O professor revela que teve fama de carrasco, já que seus ensaios tinham comando rígido. “De 1997 a 2004, ignorava feriados e finais de semana. Trabalhava o tempo todo e cobrava muito dos meus alunos. Até pedi desculpas para alguns que reencontrei, mas é gratificante quando dizem que é graças à disciplina do balé que se tornaram mais responsáveis”. Hoje, Marcos pega mais leve nas aulas, mas confessa que sente saudades dos “tempos áureos”.

Fonte: Jornal A Notícia
 Nos festivais da década de 90  dois críticos de dança colocavam suas opiniões sobre os grupos e seus trabalhos, Valério Césio e Suzana Braga. Nas publicações seguintes veremos alguns desses comentários sobre alguns trabalhos do Juvenil e de outros grupos também, clique na imagem para ler as reportagens. 



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Foto Plano de Fundo: Coreografia | "The Messiah | Silêncio" do Mestre Jair Moraes


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