Foto: Douglas Hahn como Hermann na Obra de Catalani, Loreley
9.3.11
Artístas que tive o prazer de conhecer ....
Desde que resolvi fazer parte do mundo artístico de Joinville tive o prazer de conhecer alguns artistas que muito contribuíram para as artes tanto da Casa da Cultura como de nossa cidade. Aqui o nome de alguns desses artistas que fazem parte da nossa história e que me orgulho de ter conhecido: Albertina Tuma, Carlos Tafur, Beatriz Goldman, Adaílton Barbosa(Russo), Mário Avancini, Luis Sí, Sílvio Maia, Karin Busch, Hamilton Machado, Arnaldo Bastos, Beto Saurini,Dagmar Parucker, Maestro Tibor Reisner, Pedro Dantas Rodrigues, Mestre Jair Moraes, Douglas Hahn.
7.3.11
Dança Sem Preconceitos
Independente da idade, físico, cor, credo, raça, peso, sexo, situação socio-econômica há espaço para quem quiser praticar... E quem disser o contrário está mentindo. A única condição? é ter vontade. Isso já é suficiente e não importa qual o estilo escolhido. Se você tem vocação ou não e até onde você irá chegar com isso são outras questões... Apenas faça aquilo que lhe dá prazer.
Por incrível que pareça vivemos hoje sob a ótica desse pensamento plural e no mundo de hoje é absolutamente possível que todo mundo possa dançar.
Todos os corpos estão aptos ao movimento dançante pois não é mais necessário fazer 32 piruetas seguidas para ser considerado uma boa bailarina... além de que há muitas opções de escolhas estéticas, ninguém precisa ficar preso a apenas uma única opção.

Na Foto: (1) Grupo formado por bailarinas cegas - (2) Grupo com portadores de deficiência física - (3) Escola nos EUA que oferece balé para adultos com mais de 60 anos - (4) Grupo de bailarinos homens dirigidos por A. Corella. Fonte: Balé Adulto
3.3.11
Aqui o incentivo não veio
Cia Masculina do Mestre Jair Moraes
Enquanto que aqui em nossa cidade não houve o apoio ao projeto Homens em movimento que idealizei para capacitar meninos para a dança nas escolas públicas de Joinville, em outros centros projetos com a mesma finalidade ganham força e destacam-se nacionalmente.
Veja Matéria:
Crianças de nove a 12 anos serão selecionadas pela Cia. dos Homens para receber uma capacitação gratuita na área. Os alunos de escolas públicas que possuem talento para o balé clássico precisam ficar atentos. A Cia. dos Homens vai selecionar, através do Projeto Pirueta, crianças de nove a 12 anos para receber capacitação gratuita em balé clássico, além de aulas de música, dança popular, lanches diários e preparação física.
Os critérios da seleção são a idade, o desempenho escolar e o biotipo adequado ao treinamento. Nesse último caso, as crianças vão ser avaliadas por um fisioterapeuta e um preparador físico. Ao todo, haverá três seletivas. A primeira ocorre nesta quarta-feira (2), às 15:30, na Organização de Auxílio Fraterno do Recife, que fica na Rua Coelhos, 351, no bairro da Boa Vista. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3222-6859.
As outras duas coletivas ocorrem nos dias 11 e 14 de março, respectivamente às 14h e 16h, na sede da Cia. dos Homens, localizada na Rua Doutor Napoleão Laureano, 260, no bairro da Madalena. O telefone da companhia é 3228- 7472.
Os selecionados vão participar também de atividades extras, como visitas a eventos culturais, ateliês, espetáculos de grupos artísticos e ensaios. O objetivo é conquistar, ao final dos cursos, certificados pela Escuela Nacional de Ballet de la Republica de Cuba.
A Cia. dos Homens também vai promover uma apresentação dos alunos selecionados em um espetáculo no final de 2011. Serão duas turmas, uma com 12 alunos de nove a 12 anos, no preparatório de balé; e outra com 12 alunos, de 10 a 11 anos, na 1ª série de balé.
Fonte: Jornal Dança Brasil
2.3.11
José Manuel Carreño
O Bailarino José Manuel Carreño do American Ballet Theatre deve se aposentar da Companhia em agosto de 2011 após a turnê da Companhia pela Ásia. A despedida está programada para o dia 30 de junho de 2011 no Metropolitan Opera House. A noite será realçada por uma apresentação especial de O Lago dos Cisnes com Carreño no papel do príncipe Siegfried dançando ao lado de Julie Kent como Odette e Gillian Murphy no papel de Odile. José Manuel Carreño nasceu em Cuba, onde iniciou a sua formação. Ganhou a Medalha de Ouro no New York International Ballet competição em 1987 e o Prêmio principal no Concurso Internacional de Ballet em Jackson, Mississippi, em 1990.
Carreño juntou-se ao American Ballet Theatre como bailarino principal em junho de 1995. Em seu repertório com a Companhia inclui o papel-título de Apolo, o papel principal no Balé Imperial, Solor, em La Bayadère, Franz em Coppélia, Conrad, Ali, o escravo, e Lankendem em Le Corsaire, Basilio em Dom Quixote, o marinheiro terceiro Fancy Free, Albrecht, em Giselle, Des Grieux, em Manon, o Cavalier em O Quebra-Nozes, o pas de deux "Diana e Acteon, Grand Pas Classique, outras danças, Sinatra Suite e Tchaikovsky Pas de Deux, Sergei em Sobre o Dnieper, o homem de Em frente a Casa do Pilar de Fogo, o cacique guerreiro em Danças Polovtsian, o Filho do Filho Pródigo, de Jean de Brienne em Raymonda, Romeu em Romeu e Julieta, o Príncipe Désiré em A Bela Adormecida, o Príncipe Siegfried, em O Lago dos Cisnes.
Fonte: American Ballet Theatre
1.3.11
Sobre O Vídeo "I Can Only Imagine"
Por muitos e muitos quilômetros, Dick Hoyt empurrou seu filho deficiente, Rick, em maratonas. Ele não só empurrou seu filho em todos esses quilômetros em uma cadeira de rodas, mas também o rebocou por muitos e muitos quilômetros em um barquinho enquanto nadava e pedalava quilômetros com ele sentado em um banco no guidão da bicicleta.
Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito -- exceto salvar sua vida.
Esta história de amor começou em Winchester, nos EUA, há 43 anos quando Rick foi estrangulado pelo cordão umbilical durante o parto, ficando com uma lesão cerebral e incapacitado de controlar os membros do corpo. " Ele irá vegetar pelo resto da vida" disse o médico para Dick e sua esposa Judy quando Rick tinha nove meses. "Vocês devem interná-lo em uma instituição".Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito -- exceto salvar sua vida.
Mas o casal não acreditou. Eles repararam como os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. Quando Rick fez 11 anos eles o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar. "Jeito nenhum" disseram a Dick, "Seu cérebro não tem atividade alguma".
"Conte uma piada para ele" Dick desafiou. Eles contaram e Rick riu. Na verdade tinha muita coisa acontecendo no cérebro de Rick.
Usando um computador adaptado para ele poder controlar o cursor tocando com a cabeça um botão no encosto de sua cadeira, Rick finalmente foi capaz de se comunicar. Primeiras palavras? "Go Bruins!", o grito da torcida dos times da Universidade da Califórnia.
Depois que um estudante ficou paralítico em um acidente e a escola decidiu organizar uma corrida para levantar fundos para ele, Rick digitou: "Papai, quero participar".
Isso mesmo. Como poderia Dick, que se considerava a si mesmo um "leitão", que nunca tinha corrido mais que um quilômetro de cada vez, empurrar seu filho por 8 quilômetros? Mesmo assim ele tentou. Daquela vez eu fui o inválido -- lembra Dick -- Fiquei com dores durante duas semanas.
Aquilo mudou a vida de Rick. Ele digitou em seu computador: "Papai, quando você corria eu me sentia como se não fosse mais portador de deficiências".
O que Rick disse mudou a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 1979.
"Impossível! " disse um dos organizadores da corrida.
Pai e filho não eram um só corredor e também não se enquadravam na categoria dos corredores em cadeira de rodas. Durante alguns anos Dick e Rick simplesmente entraram na multidão e correram de qualquer jeito. Finalmente encontraram uma forma de entrar oficialmente na corrida: Em 1983 eles correram tanto em outra maratona que seu tempo permitia qualificá-los para participar da maratona de Boston no ano seguinte.
Depois alguém sugeriu que tentassem um Triatlon. Como poderia alguém que nunca soube nadar e não andava de bicicleta desde os seis anos de idade rebocar seu filho de 50 quilos em um triatlon? Mesmo assim Dick tentou.
Hoje ele já participou de 212 triatlons, inclusive quatro cansativos Ironmans de 15 horas no Havaí.
Em 2006 aos 65 e 43 anos de idade respectivamente, Dick e Rick participaram da 24a. Maratona de Boston na posição 5.083 entre mais de 20 mil participantes. Seu melhor tempo? Duas horas e 40 minutos em 1992, apenas 35 minutos mais que o recorde mundial que, caso você não saiba, foi batido por um homem que não empurrava ninguém numa cadeira de rodas enquanto corria.
Há dois anos ele teve um leve ataque cardíaco durante uma corrida. Os médicos descobriram que uma de suas artérias estava 95% entupida. Os médicos disseram que se ele não tivesse se dedicado para entrar em forma é provável que já teria morrido uns 15 anos antes. De certa forma Dick e Rick salvaram a vida um do outro.
Rick, que hoje tem seu próprio apartamento (ele recebe cuidados médicos) e trabalha em Boston, e Dick, que se aposentou do exército e mora em Holland, Massachussets, sempre acham um jeito de ficarem juntos. Eles fazem palestras em todo o país e participam de alguma cansativa corrida nos finais de semana.
Rick sempre digita "Eu gostaria de um dia poder empurrar meu pai na cadeira pelo menos uma vez"
Fonte: Site Quero contar histórias
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