18.4.12

"Le Spectre de la Rose|Rodrigo Hermesmeyer"

 Fonteyn e Nureyev " Le Spectre de La Rose "
 
April 13, 2012Updated: 12:05 pm - April 13, 2012

Artistic collaborations spark expanding synergy

Stravinsky Influences Resound

The recent Tulsa Ballet “Ballets Russes” tribute and the OU ”Fantasia” concerts shared the Stravinsky influence. While Tulsa Ballet soared into the contemporary realms of Adam Hougland’s updated and chilling “Rite of Spring” interpretation at the Tulsa PAC, the OU Symphony Orchestra followed with a dramatic “Firebird Suite” performance included on the April 1 concert program at OU. Both “Rite of Spring” and “Firebird” were commissioned to Stravinsky, still in his 20s, by Serge Diaghilev for the famed Ballets Russes repertoires of new ballets at the time. Premiered in Paris in 1913 Stravinsky’s shocking and unconventional “Rite of Spring” historically represents modern choreography by Nijinsky for the Ballets Russes. The award-winning Hougland’s current contemporary production takes its inspiration directly from the challenges of the pulsating music, while putting aside the historical versions, to bring a more abstract drama to the storyline about a young woman chosen for sacrifice by her relentless “tribe.” Demands on the dancers require intense dramatic focus, Herculean strength and athletic skill. Stunning Tulsa Ballet ballerinas Sofia Menteguiaga and Alexandra Bergman both excelled (on consecutive nights) as “The Chosen One”— each with long strands of dark hair flying in the action to become part of the artistic drama of a character under siege on a stage set to minimally express contemporary background, aided by strikingly choreographed lighting techniques. Brava to these exceptionally powerful and graceful leading ladies who rose to the intensity of this production with amazing stamina and artistry — not for the faint of heart. The Ballets Russes tribute program opener was effectively served by Balanchine’s “Apollon Musagete,” another iconic Stravinsky inspired work, premiered in Paris in 1928. Alfonso Martin excelled as Apollo (Saturday) in this work that depicts the birth of the Greek/Roman god and the guidance of his three stellar key muses, who also triumph: Calliope, the muse of Poetry (Gabriela Gonzalez); Polyhymnia, the muse of mime (Alexandra Bergman); and Terpsichore, the muse of dance and song (Soo Youn Cho). Costumed in minimalist white attire, ala Balanchine, this classic foursome exhibits a sculptural quality in the iconic work, as its striking purity demands classic elegance at every pose — as sculpture would be viewed in bright light from all angles — no room for flaws. Martin continues to expand his dramatic vocabulary with ever more meaningful poise and authority, in turn. He exacts an authoritative, somewhat aloof Apollo, with classical grace. Bravo!

Memorable from the March 31 performance are the sensuous qualities of Rodrigo Hermesmeyer as the famed spirit of the rose in Michel Fokine’s iconic “Spectre de la Rose,” set to the music of Carl Maria von Weber, as premiered in Monte Carlo in 1911. Sleekly costumed in brilliant red rose petals, after the original designs of Leon Bakst for the Ballets Russes, Hermesmeyer tenderly breathes life into the spirit of a young girl’s dreams, after she attends her first ball, with exceptional dramatic flair. He exhibits a spirited elastic quality in his leaps, but the true artistry comes from his sensuous portrayal of the ingenue’s enamored dance partner in elegant dreams. He possesses that certain “je ne sais quoi” extraordinaire — the “duende.” Ascending from the corps de ballet to triumph in this demanding famous role, Hermesmeyer is a Brazilian award winner, former finalist for the prestigious Prix de Lausanne and a recent participant in major international ballet competitions. He is one to watch. Bravo!

Upcoming World
Premieres

TULSA — Tulsa Ballet presents three world premieres in “Off the Floor: Creations in Studio K,” April 27 through May 6 at Tulsa Ballet Studio K, a full-sized performance stage located at their headquarters, 1212 East 45th Place South. Thursday through Saturday performances are at 7 p.m., with Saturday and Sunday matinees at 2 p.m.
Exciting new works by celebrated choreographers Ma Cong, Douglas Lee and Darrell Grand Moultrie will be featured, “up close and personal,” in the more intimate Studio K theatre that seats about 300 — as the new ballets reflect additional collaborations with worldwide influence, both classical and contemporary. Tulsa Ballet’s own Ma Cong was named “one of the top 25 to watch,” by Dance Magazine. A former principal with the Stuttgart Ballet, Lee’s works have received three Golden Mask Award nominations, and Moultrie, according to The New York Times, “… moves his dancers around the stage with remarkable authority… obviously someone to watch.”

New Collaborations in Dance.

An “Off the floor” concert bonus will be featured in “the most significant collaboration between local dance companies in decades,” in a pre-concert Studio K event lasting about half an hour, says Katie Selvidge, community relations director, in a recent news release. In an effort to champion and promote the growth of modern dance statewide, performing companies will include Bell House Arts, Jennifer Mellor Dance Project, Living Water, Portico Dance Theater and TuMM. “I am pleased that these organizations are proposing truly leading-edge works and … developing an audience for this kind of dance,” says Marcello Angelini, Tulsa Ballet artistic director. 

 
"Le Spectre de la Rose" - Tulsa Ballet 


17.4.12

InfoDança ...


Vem Aí ....


De 22 a 28 de Abril em Nova Iork


Alicia Amatriain and Jason Reilly (Stuttgart Ballet, NY DEBUT) performing at
YAGP Gala at NY City Center.


Fonte: YAGP
Photo by Gene Schiavone.
Photo © & courtesy of Gene Schiavone

14.4.12

Robin Gibb|Bee Gees

O músico Robin Gibb integrante do Bee Gees está hospitalizado em Londres em estado de coma devido a uma pneumonia, informou neste sábado o periódico "The Sun". O artista, de 62 anos, internado em uma clínica particular, está acompanhado por sua esposa, Dwina, seu irmão Barry e seus três filhos, que temem por sua vida, segundo o tabloide britânico. Gibb, que conseguiu recuperar-se de um câncer diagnosticado em 2010 e que há duas semanas foi submetido a uma operação no intestino, sofre agora com uma pneumonia. O músico cancelou na última terça-feira (10) sua participação em Londres no lançamento de "Titanic Requiem", álbum inspirado no naufrágio do famoso transatlântico que foi composto junto com seu filho RJ Gibb. Robin Gibb já cancelara todos suas aparições públicas anteriores ao lançamento do álbum devido à operação intestinal realizada em 25 de março. Em 2011, o músico fora submetido a uma cirurgia para corrigir uma obstrução intestinal, o mesmo problema que em 2003 provocou a morte de seu irmão gêmeo, Maurice, também integrante do Bee Gees.

 Robbin Gibb

Bee Gees



Fonte: R7

12.4.12

Villa-Lobos

Com Villa-Lobos, a música acadêmica ganhou o colorido de cantigas de roda, de repentistas e instrumentos do Nordeste. Em "Bachiana n.º 1", peça inédita que a São Paulo Cia. de Dança apresenta a partir de sexta, a música do compositor brasileiro serve de trilha sonora e inspiração. 

Assinada por Rodrigo Pederneiras, reconhecido coreógrafo do grupo Corpo, a criação é uma mescla de estéticas bastante distintas. Assiste-se ao encontro do pendor clássico da companhia paulista com o estilo de Pederneiras: uma leitura contemporânea de formas populares da dança brasileira. Uma brasilidade imediatamente reconhecível, mas que não resvala nunca no exótico ou no folclórico."Não faria nenhum sentido para nós fazer uma coreografia igual à do grupo Corpo", acredita Iracity Cardoso, que dirige o grupo ao lado de Inês Bogéa. "O trabalho tem a marca do Rodrigo, mas ele usou toda a potencialidade da companhia." Potencialidade que pode ser entendida como apuro técnico e conhecimento da linguagem clássica. Os três movimentos da primeira Bachiana serviram de esteio para que Pederneiras concebesse momentos de temperatura e tonalidades diferentes. "É uma obra de um período em que Villa-Lobos ainda tinha uma influência europeia muito forte. Combina toques de explosão, com outros de grande sutileza", observa o coreógrafo. No primeiro e terceiro movimentos, ele utiliza a força e os instantes de suspensão da música. "Os respiros são muito importantes para a coreografia, são momentos em que o corpo vibra, pausas em que existe uma movimentação sem fim", considera Inês Bogéa. Os bailarinos tomam amplamente o espaço. Carregam sinais da leveza festiva característica do coreógrafo, com movimentos que partem dos pés e dos quadris para espraiar-se pelo resto do corpo. Reconhecido pela habilidade com que maneja a trilha sonora em suas criações, o coreógrafo imprime clima contrastante à segunda parte. Bebe na delicadeza e intensidade deste prelúdio para desenhar um lírico pas-de-deux. Em seu aspecto geral, a coreografia tende ao abstrato. "É a paixão expressa na música que serve como linha condutora", aponta Pederneiras. Neste duo, porém, se acentua algum contorno dramatúrgico. O casal de bailarinos personifica o encontro amoroso, desdobra no corpo suas aproximações e tormentos. A equipe técnica que acompanha Pederneiras nessa obra é a mesma que o auxilia no Corpo. Além de sua diretora assistente, Ana Paula Cansado, seu filho Gabriel Pederneiras, assume a iluminação. Os figurinos são de Luiza Magalhães, que se vale de rendas e vestidos esvoaçantes para vestir os bailarinos. Outras duas peças completam o programa da São Paulo Cia. de Dança. Serão apresentadas "Supernova", trabalho de Marco Goecke que faz parte do repertório do grupo, e uma remontagem de "Ballet 101", inédita no Brasil. Solo do canadense Eric Gaulthier, a coreografia aborda de forma cômica os princípios rígidos da dança clássica. "É muito raro encontrar humor na dança. Gauthier consegue fazer isso", diz Iracity. 



Fonte: O Estado de S. Paulo

31.3.12

Enquanto ...

Enquanto alguns privilegiados curtem apresentações de Roger Waters - Pink Floyd , Zucchero, Gipsy Kings e o clássico Joe Cocker em apenas um mês, fora Sir Paul McCartney em Floripa, nós ficamos chupando os dedos esperando, esperando, esperando e contentando-se com os eventos de sempre em nossa cidade. 


 O que Jamais Vamos Vêr Por Aqui ...

 Roger Waters

Zucchero

Gipsy Kings

Joe Cocker

Paul McCartney  


Não fique triste "Julho" está chegando ...

" Let it Be "
 

Foto Plano de Fundo: Coreografia | "The Messiah | Silêncio" do Mestre Jair Moraes