Richard Cragun 1944|2012
8.8.12
7.8.12
A Dança que Dança Por Aí ....
Aclamada pela crítica como a obra-prima definitiva do coreógrafo John Cranko, "Onegin" inicia temporada em 4 de agosto, depois de seis anos ausente do palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculado à Secretaria de Estado de Cultura. Criada em 1965 para a brasileira Márcia Haydée, que veio do Chile especialmente para a abertura da temporada, "Onegin" marca desta vez a despedida de outro grande ícone do ballet. Ana Botafogo, Primeira Bailarina do TMRJ desde 1981, faz sua última apresentação em grandes papéis de repertório como Tatiana, ao lado de Thiago Soares, Primeiro Bailarino do Royal Ballet, que retorna ao Theatro Municipalcomo convidado para interpretar "Onegin".
Temporada:
Dias 7, 8, 9 e 10 de agosto às 20h
Dias 5, 11 e 12 às 16h
Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Fonte: Midiorama
4.8.12
Os Palcos Pelo Mundo ....
Guthrie Theatre - 1963
O Guthrie Theatre localiza-se no Estado de Minnesota na Cidade de Minneapolis e foi Criado pelo Arquiteto Ralph Rapson. Foi Inaugurado no dia 07 de maio de 1963.
O Teatro Guthrie foi realizado em duas fases principais e sua ocupação original foi de 1.441 lugares, o Projeto foi desenhado por Tanya Moiseiwitsch.
Guthrie Theatre -2006
Depois do encerramento da temporada 2005-2006, o Teatro mudou-se para a sua atual instalação que foi projetado pelo arquiteto francês Jean Nouvel.
Lobby do Teatro Guthrie
Guthrie Theatre
2.8.12
InfoDança ...
Onde Aprender a Dançar ...
O CDJF - Centro de Dança Juliana Ferraresi inicia as atividades para o segundo semestre no próximo dia 06 de Agosto. Inscrições para os cursos Baby Class - Ballet Clássico - Dança Contemporânea - Jazz - Alongamento e Dança de Salão devem ser realizados no CDJF - na Rua Benjamin Constant, 1155 - América - Joinville-SC - Maiores informações: 47|30275010 ou contato@cddfj.com.br
Procure o CDJF e faça já a sua inscrição!
A Dança que Dança Por Aí ....
GRUPO CORPO
O Grupo Corpo segue desenvolvendo um trabalho inovador e de excelência. Coreógrafo residente da companhia desde 1981, Rodrigo Pederneiras ergueu um vasto vocabulário de movimentos, fundando uma escritura coreográfica própria e absolutamente singular.
Benguelê é uma exaltação ao passado africano e às suas marcantes e profundas raízes na cultura brasileira. Riscando do palco, sem nenhum pudor, qualquer vestígio da técnica clássica - que, no entanto, presente na formação dos bailarinos, dá suporte à complexa coreografia -, o coreógrafo evoca, do início ao fim, ritmos afro-brasileiros como o maracatu, o candomblé e o congado. Anarquia e frenesi substituem a simetria e a ordem dos bailarinos em cena. Pasdedeux e fouettés dão lugar a batidas de pé, remelexos de quadril, ombros e pélvis. A diversidade rítmica ganha vida ao som da música inspirada do compositor, cantor e violonista João Bosco. São onze temas - especialmente criados como a música-tema Benguelê, ou recriados como o chorinho 1x0 de Pixinguinha, ou Tarantá e Carreiro Bebe, do folclore.
Sem Mim - O mar (de Vigo), que leva e traz de volta o amado, o amigo, é o que dá vida e movimento a Sem Mim. O balé é embalado pela trilha original urdida a quatro mãos pelo viguês Carlos Núñez e pelo brasileiro José Miguel Wisnik a partir do único conjunto de peças do cancioneiro profano medieval galego-português que chegou aos nossos dias com as respectivas partituras de época: o célebre “ciclo do mar de Vigo”, de Martín Codax.
Benguelê é uma exaltação ao passado africano e às suas marcantes e profundas raízes na cultura brasileira. Riscando do palco, sem nenhum pudor, qualquer vestígio da técnica clássica - que, no entanto, presente na formação dos bailarinos, dá suporte à complexa coreografia -, o coreógrafo evoca, do início ao fim, ritmos afro-brasileiros como o maracatu, o candomblé e o congado. Anarquia e frenesi substituem a simetria e a ordem dos bailarinos em cena. Pasdedeux e fouettés dão lugar a batidas de pé, remelexos de quadril, ombros e pélvis. A diversidade rítmica ganha vida ao som da música inspirada do compositor, cantor e violonista João Bosco. São onze temas - especialmente criados como a música-tema Benguelê, ou recriados como o chorinho 1x0 de Pixinguinha, ou Tarantá e Carreiro Bebe, do folclore.
Sem Mim - O mar (de Vigo), que leva e traz de volta o amado, o amigo, é o que dá vida e movimento a Sem Mim. O balé é embalado pela trilha original urdida a quatro mãos pelo viguês Carlos Núñez e pelo brasileiro José Miguel Wisnik a partir do único conjunto de peças do cancioneiro profano medieval galego-português que chegou aos nossos dias com as respectivas partituras de época: o célebre “ciclo do mar de Vigo”, de Martín Codax.
Direção Artística: Paulo Pederneiras
Programa: Benguelê e Sem Mim
Programa: Benguelê e Sem Mim
Dias: 08 a 12 e 15 a 19 de agosto
Fonte:TeatroAlfa
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